Arte abstrata
Um convite para habitar o intervalo entre o gesto e o silêncio — formas que nascem do cotidiano e se tornam presença. As coleções abaixo reúnem obras originais organizadas por série.
Uma coleção minimalista que explora a geometria como expressão de conexão e silêncio. Formas circulares em branco puro repousam sobre um fundo azul petróleo profundo, criando contrastes suaves e significativos. Cada composição é um gesto visual de presença, ausência e relação.
Coleção minimalista que é um exercício de presença. Inspirada nos movimentos espontâneos que fazemos com as mãos durante o dia — muitas vezes sem perceber — a coleção capta o que surgiria se esses gestos fossem traçados com tinta diante de uma tela em branco. Cada obra é uma expressão única do instante: do impulso ao silêncio. Com traços em azul petróleo profundo sobre fundo claro, essa série celebra a beleza do gesto não ensaiado.
Uma série de três quadros abstratos minimalistas que representam o processo sutil, mas poderoso, de recomeçar por dentro. Cada quadro simboliza uma etapa desse despertar interno: descoberta, florescimento e brilho.
“Enquanto o caminho se desdobra, somos atravessados por escolhas, pausas e recomeços. Esta coleção não fala sobre chegar, mas sobre existir no trajeto.”
Enquanto Caminho propõe uma reflexão visual sobre o percurso como espaço de existência. As três obras que compõem a série traduzem em gestos e composições minimalistas a fluidez do viver — onde o começo, o entre e o além não são etapas rígidas, mas estados de presença.
Mais do que ilustrar momentos, a coleção convida à contemplação do movimento contínuo e silencioso da vida, ressaltando que é no trajeto — e não na chegada — que nos tornamos.
Simples na forma, sofisticada na presença.
Essa série explora transições suaves de cor, criando atmosferas elegantes e atemporais.
Cada obra apresenta um degradê em tons cuidadosamente escolhidos para transmitir sensações como leveza, aconchego, profundidade e equilíbrio — sem precisar de palavras ou figuras.
Ideal para ambientes contemporâneos e minimalistas, os quadros dialogam com a decoração sem sobrecarregar, e trazem cor de forma sutil e refinada.
Disponíveis nos tons: Azul, Verde, Rosa Suave e Vinho ao Rosa Antigo.
sobre estar à margem, e o que se faz com isso.
A coleção nasce do sentimento de ser deixada de fora — não fisicamente, mas no que importa: ser vista, incluída, contada. “A Parte” carrega o duplo sentido: estar apartada e, ao mesmo tempo, ser uma parte de algo maior que ainda está se formando.
o que insiste em aparecer, mesmo tentando ser coberto.
Uma coleção que nasce do encontro entre o rígido e o que não se contém. O bloco de cor sólida marca uma fronteira, um corte; a forma fluida ao redor se debate, escorre e insiste em se mover mesmo diante da estrutura que tenta contê-la. Cada obra registra um estágio diferente dessa tensão entre marca e movimento.
Artista visual autodidata, nascida em 1998. Cofundadora do Munare Studio, cria obras digitais com tiragem fine art, explorando o abstrato, o sensível e o conceitual. Sua arte investiga recomeços sutis, gestos cotidianos e a poética das formas mínimas, sempre buscando gerar conexões afetivas e contemplativas com o espectador.
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